MP cobra plano de ação do Governo

O Governo do Ceará ainda não possui o plano de convivência com a seca. Segundo a assessoria de comunicação da Casa Civil, o governador Camilo Santana ainda participa de reuniões com órgãos e técnicos afins ao tema e anunciará o projeto tão logo o tenha finalizado.

O Ministério Público (MPCE), entretanto, enfatiza a necessidade das ações emergenciais e cobra do Estado a conclusão do plano de combate à estiagem. De acordo com Amisterdan Lima Ximenes, promotor de Justiça e assessor do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Ecologia, Meio Ambiente, Paisagismo e Patrimônio Histórico (Caomace), o quadro do Ceará é preocupante, pois conta com apenas 19,8% da capacidade hídrica.

“Algumas cidades do Interior já estão em colapso por falta d’água. A Região Metropolitana de Fortaleza ainda está numa posição confortável, mas precisamos rever atitudes, tendo em vista a situação de outras regiões, como São Paulo e Rio de Janeiro”, coloca o promotor.

Emergência

Os principais questionamentos levantados pelo Ministério Público dizem respeito às medidas emergenciais que serão tomadas nas cidades do Interior e às ações estruturantes para minimizar o problema no futuro. Ximenes aponta ainda que, apesar de não existir a necessidade de racionamento na Capital, é preciso que haja uma campanha para o uso racional e diminuição do desperdício de água.

“Sabemos que nossa região possui esse problema de convivência com a seca, então é preciso alertar continuamente a população sobre a forma de utilizar o recurso, o que nós, do Ministério Público, não vemos que esteja acontecendo nos últimos anos”, assevera.

DN

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