Dilma se diz ‘indignada’ e ‘injustiçada’ e garante usar todas as armas contra impeachment

A presidente Dilma Rousseff (PT) disse se sentir “indignada” e “injustiçada” após impeachment ser aprovado na Câmara dos Deputados. A petista ainda voltou a repetir que não cometeu crime algum, diferente do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), que é investigado na Operação Lava Jato e réu no Supremo Tribunal federal (STF).

Dilma disse se sentir injustiçada por não ter tido estabilidade política no segundo mandato e culpa, em parte, Eduardo Cunha. Ela reafirma que após o PT votar pela admissibilidade das investigações contra Cunha no Conselho de Ética, o peemedebista passou a utilizar o cargo para impossibilitar o governo Dilma, além de dar início ao processo de impeachment na Casa.

Dilma ainda garantiu que o Palácio do Planalto utilizará todas as armas possíveis para derrotar o impeachment, no Senado e no STF.

Michel Temer

Num discurso bem mais calmo que antes da votação do impeachment, quando citou os nomes do vice-presidente Michel Temer (PMDB) e do presidente da Câmara, Dilma apenas alfinetou Cunha pelas investigações contra ele e, sobre Temer, declarou:

“É importante reconhecer que é extremamente estarrecedor que um vice-presidente no exercício de seu mandato conspire contra a presidente abertamente. Em nenhuma democracia do mundo uma pessoa que fizesse isso seria respeitada. Por que a sociedade humana não gosta de traidor. Porque cada um de nós sabe também a injustiça e a dor que se sente quando se vê a traição no ar.”

Rádio Cultura dos Inhamuns Ltda.

Av. Moacir Pereira Gondim 333 || Planalto dos Colibris || Telefones/Fax: (88) 3437 – 1346 e 3437 – 1347

Celular (88) 9719 2020 || E-mail: rcultura@usedata.com.br

Desenvolvido pela Auranet hospedagem de sites