Estados iniciam vacinação após atraso na entrega de doses; veja quem já começou

Quinze estados começaram a vacinar a população com a CoronaVac nesta segunda-feira (18), após o Ministério da Saúde ter iniciado a distribuição do imunizante contra a Covid-19 (veja a lista abaixo). Houve atraso na entrega porque a pasta, segundo o ministro Eduardo Pazuello, teve que alterar voos com as doses para os estados.

Com isso, chega a 16 o número de estados que deram início à vacinação, uma vez que São Paulo começou a imunização neste domingo (17), pouco após a aprovação do uso emergencial da CoronaVac pela Anvisa.

Os estados escolheram profissionais de saúde e moradores de abrigo, parte do grupo prioritário da vacina, para receber a primeira dose. No Mato Grosso do Sul, a primeira vacinada foi uma indígena. A segunda dose deve ser administrada em cerca de 21 dias.

Por causa do atraso, alguns estados usaram lotes simbólicos para aplicar vacinas até mesmo à noite e em aeroportos. Nesta terça-feira, outros 11 estados começaram a vacinar.

Veja, abaixo, quem foram os primeiros vacinados em cada Unidade Federativa:

Atrasos na distribuição

Pazuello disse que a vacinação começaria a partir das 17h em todo o país. A entrega das doses, entretanto, atrasou após a pasta alterar voos para os estados.

Em entrevista nesta segunda-feira, em São Paulo, Pazuello afirmou que houve atraso porque os governadores quiseram antecipar o início da vacinação e foi necessário refazer a logística. “Imagine a mudança da logística para 26 estados em um país continental como o Brasil”, disse.

Outras Unidades Federativas afirmaram que a vacinação só começa amanhã: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Sergipe.

Vacinas da Índia sem data para chegada

 

Pazuello também foi perguntado sobre as duas milhões de doses da vacina de Oxford que o Brasil pretende importar da Índia — o imunizante obteve aprovação da Anvisa também neste domingo.

O governo mobilizou um avião no fim de semana para buscá-las, mas a Índia atrasou a entrega. Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a viagem poderia ocorrer “em dois ou três dias”.

Nesta segunda, porém, Pazuello não definiu um prazo e disse que a diferença de fuso horário complica as negociações.

G1

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