81% dos cearenses são a favor da vacinação de crianças contra a Covid-19, mostra pesquisa

A maioria dos cearenses apoia a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra Covid-19. De acordo com pesquisa feita pelo Instituto Opnus a pedido do Sistema Verdes Mares, 81% dos entrevistados se mostraram favoráveis à aplicação do imunizante.

Dentre os pais de crianças na faixa etária, o apoio à vacina abrangeu 76% dos entrevistados.

Em Fortaleza, 80% dos entrevistados são a favor da vacinação e, na Região Metropolitana e no Interior, a porcentagem chega a 82%.

 

 

Considerando a população geral, 14% são contra a vacinação de crianças, sendo a maior reprovação entre os entrevistados de escolaridade média e faixa salarial de 2 a 5 salários mínimos (17% nos dois casos). E 22% dos pais não aprovam a aplicação do imunizante.

O levantamento foi feito com 1,6 mil entrevistados distribuídos em 141 municípios do Estado, entre 8 e 10 de janeiro. A margem de erro é de 2,5% e o intervalo de confiança é de 95%.

Os números de apoio dos cearenses à vacina se aproximam aos dados da pesquisa Datafolha, divulgados na manhã desta segunda-feira (17). Conforme o levantamento, 79% dos brasileiros são a favor da imunização de crianças contra Covid-19.

Vacinação de crianças

A vacinação de crianças entre 5 e 11 anos no Ceará começou no último sábado (15). Em Fortaleza, a aplicação do imunizante ocorre no Centro de Eventos.

Em todo o Estado, o preenchimento das informações pessoais do público infantil na plataforma Saúde Digital é uma etapa obrigatória para a confirmação do agendamento da D1. No Estado, são esperados 904 mil cadastros de crianças.

Somente em Fortaleza, conforme a secretária municipal de Saúde (SMS), Ana Estela Leite, são aguardadas 283 mil crianças, mas até a última sexta-feira (14), apenas 75 mil delas estavam cadastradas. Esse número, porém, deve subir nos próximos dias, afirma a titular da Pasta, com o início da imunização.

Veja como proceder nesses casos

Escrito por Bruna Damascenobruna.damasceno@svm.com.br 

METRO

Legenda: Vacinação de crianças acontece, em Fortaleza, no Centro de Eventos
Foto: Fabiane de Paula

Demorou quase dois anos, mas a imunização contra Covid-19 em crianças, enfim, começou no País. A campanha para a faixa etária de 5 a 11 anos, contudo, ocorre em meio ao surto de síndromes gripais e a dominância da variante Ômicron do coronavírus — mais transmissível.

Neste cenário, pais e responsáveis têm dúvidas de como proceder em caso de suspeita ou infecção pela Covid-19 no período previsto para a vacinação de filhos e familiares.

 

Apesar da ansiedade após longa espera, a recomendação é adiar a aplicação em, pelo menos, quatro semanas em caso de contaminação pela doença (veja tira-dúvidas abaixo).

 

A orientação da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) – que vale para adultos e crianças – tem o objetivo apenas de evitar confusão com outros diagnósticos. Ou seja, em caso de reação, os profissionais poderão identificar se foi causada pela doença.

 

As vacinas pediátricas utilizadas são da Pfizer, que serão aplicadas em duas doses com intervalo de oito semanas. O imunizante é comprovadamente seguro e eficaz para reduzir o número de internações e óbitos.

 

Por que adiar a vacina

Segundo a Sesa, em caso de contaminação pelo coronavírus, é recomendado o adiamento da vacinação nas pessoas com quadro sugestivo de infecção em atividade.

“Como a piora clínica pode ocorrer até duas semanas após a infecção, idealmente, a vacinação deve ser adiada até a recuperação clínica total e, pelo menos, quatro semanas após o início dos sintomas ou quatro semanas a partir da primeira amostra de PCR positiva em pessoas assintomáticas”, informou, em nota.

 

VEJA

Como proceder se a criança estiver doente no dia da vacinação

A CRIANÇA DEVE IR SE VACINAR SE ESTIVER COM COVID-19?

Não. Segundo a Sesa, caso a criança esteja com Covid-19, no dia da imunização, é necessário um intervalo de, pelo menos, quatro semanas entre o primeiro teste positivo ou o primeiro sintoma para a dose da vacina.

A orientação é somente para evitar confusão com outros diagnósticos diferenciais.

 

E SE A CRIANÇA ESTIVER GRIPADA, PODE IR SE VACINAR?

Conforme a Sesa, a presença de uma infecção com sintomas leves e/ou febre baixa não deve causar o adiamento da vacinação.

 

QUANDO MEU FILHO VAI PODER SE VACINAR SE NÃO PUDER IR NA DATA AGENDADA?

A organização do agendamento para a vacina é responsabilidade dos municípios. Em Fortaleza, segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a Prefeitura ainda organiza planejamento para o atendimento dos faltosos no caso da vacinação pediátrica, a ser divulgado em breve. A orientação é que se aguardem as definições do Município caso a data de agendamento seja perdida.

 

PASSO A PASSO PARA CADASTRO NO SAÚDE DIGITAL

  1. Acesse o site Saúde Digital;
  2. Selecione a opção “Ainda não tenho cadastro”;
  3. Identifique-se preenchendo corretamente seus dados;
  4. Nesta etapa do cadastro, deve ser informado se a pessoa está acamada, se tem alguma comorbidade e profissão;
  5. Confirme seus dados e crie uma senha de acesso ao cadastro;
  6. Finalize o cadastro e aguarde seu agendamento.

E-MAIL DE CONFIRMAÇÃO DO CADASTRO NÃO CHEGOU

Nesse caso, cheque todas as caixas do seu e-mail como “spam” e “lixeira”. Caso não encontre a mensagem, a Sesa disponibiliza o telefone gratuito 0800 275 1475 para questionamentos sobre o cadastro.

No site da Sesa e do Governo do Ceará está disponível também o assistente virtual “Plantão Coronavírus”.

COMO ACESSAR O CADASTRO DE VACINAÇÃO? 

Quem deseja acessar o seu cadastro deve entrar na plataforma Saúde Digital e clicar em “Já tenho cadastro”. O acesso é feito com o CPF e a senha criada no ato do cadastramento.

ALTERAÇÕES NO CADASTRO

Para quem vai se vacinar, é permitido mudar somente o número de telefone fornecido após a conclusão do cadastro.

Já para as gestões municipais, é possível criar e alterar perfil para vacinadores e a liberação de agendadas por comorbidade.

VCrepórter

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